Para cada desenho, era estipulado um tempo, que era marcado de acordo com trechos de músicas. A regra principal era não retirar o lápis ou a caneta do desenho, mantendo um traço único. Os tempos para os desenhos variavam bastante, de 3 minutos a 10 segundos. E os desenhos alternavm-se entre apenas o objeto, e o objeto com contexto (sala, janelas, cadeiras, pessoas etc)
3 minutos
30 segundos
A parte mais divertida (e o resultado que eu mais gostei), foi quando o objetivo do desenho era contextualizar o desenho que mais agradou cada um, reproduzindo os objetos repetidamente, na mesma página. O que eu escolhi foi o primeiro dos croquis.
Foi um exercício muito produtivo, porque nós passamos a pensar mais na estrutura em geral do objeto, do que nos detalhes estéticos em si, tendo assim uma melhor impressão dele. A questão do traço solto e único (não retirar o lápis do papel) foi muito importante também, porque com o tempo dá mais segurança e precisão na hora de marcar o traço. Pra mim, foi essencial, já que me preocupo excessivamente em reproduzir cada mínimo detalhe nos desenhos, normalmente.



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