A proposta era desenvolver um modelo no SketchUp que representasse as sensações que o grupo teve, com suas substâncias (causas) e ações (consequências). Assim como o sensitivo individual, é difícil representar ideias e sensações em formas tão concretas, porém ao conseguir traduzir as nossas impressões para elas, o modelo até começa a ganhar algum sentido. Ao menos foi o que percebi durante a elaboração de ambos os modelos (sensitivo individual e em grupo).
Abaixo, o video do modelo sensitivo em grupo:quarta-feira, 16 de outubro de 2013
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
SketchUp Sensitivo (individual) - Ponto Vista Alegre
O local escolhido pelo grupo foi o ponto de ônibus localizado no bairro Vista Alegre, na cidade de Catas Altas. Após recolhermos e analisarmos as sensações que sentimos, assim como suas substâncias e ações, elaboramos uma lista única para o grupo. O resultado desta junção foram sensações marcantes, ainda que sejam difíceis de reprentá-las sensitivamente. Abaixo, a minha animação:
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
SketchUp de Medidas - Ponto Vista Alegre
Durante nossa estadia na cidade, anotamos todas as medidas do ponto e do local onde estava situado, de forma que poderíamos planejar a intervenção à distância. Pois na próxima viagem, só teremos tempo apenas para montá-la; ter as medidas e testar a intervenção de forma realista é uma grande ajuda.
Com as medidas em mãos, desenvolvemos um modelo no SketchUp do ponto de ônibus no Vista Alegre.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Objeto interativo
A proposta era propiciar uma interação entre as pessoas que manuseariam o objeto, ou entre a própria pessoa e o objeto. Para tal, desenvolvi um dodecaedro (poliedro de 12 faces), que funcionaria apenas quando todas as faces fossem pressionadas. Logo, o ideal era que no mínimo seis pessoas o segurassem para que pudesse funcionar. Uma vez funcionando, LEDs acendiam dentro da estrutura, e dependendo da maneira como moveria o objeto, girando-o, virando-o de cabeça para baixo, as luzes mudavam.
Para montar a estrutura, utilizei pasta polionda transparente, colando as faces com durex (apesar de não gostar muito, o durex deixou a estrutura bastante firme). para fazer a estrutura para colocar o circuito, passei barbante no interior, indo de um lado a outro do dodecaedro, deixando as linhas esticadas e se encontrando no meio, e prendi os elementos do circuito nelas.
Meu circuito elétrico foi bastante simples. Eu pretendia usar LDR nas faces, para que o circuito fechasse quando todos estivessem tapados (os sensores funcionariam com ausência de luz), mas ele era extremamente sensível, e funcionava na presença de luz e não o contrário, logo, não funcionou. Como solução alternativa, interliguei as faces com fios condutores, e em cada face, construí uma pequena chave, que ao pressionar o objeto, ela fecharia e permitiria a passagem da corrente.
Usei LEDs foscos nas cores amarela, vermelha e verde, ligados a baterias de 3V e 9V, e com dois caminhos para corrente, usando como chave sensores de mercúrio (abre ou fecha a chave de acordo com a posição do sensor), o que permitia que as cores mudassem ao mover o objeto.
Para acabamento, cobri o dodecaedro com papel vegetal, o qual permitia que a luz se sobressaísse com mais intensidade. Provavelmente, se eu tivesse que refazer o objeto, eu usaria outro material, pois as chaves acabaram ficando muito aparentes sob o papel, apesar de ter gostado muito do jeito que o papel vegetal dispersa a luz.
Este foi o resultado final!
Consegui traduzir bem a ideia que eu tinha, deixando-o bastante parecido com como eu o dia imaginado.
Consegui traduzir bem a ideia que eu tinha, deixando-o bastante parecido com como eu o dia imaginado.
Abaixo, o vídeo do objeto funcionando.
Obs: no vídeo (como pode ser percebido no áudio), ele acabou não exatamente mudando as cores conforme as pessoas o moviam, mas tanto no teste que eu fiz quanto na apresentação em sala ele funcionou!!)
sábado, 5 de outubro de 2013
Performance em Catas Altas - Ponto Vista Alegre
Para a escolha do local, ficamos com o ponto de ônibus situado no bairro Vista Alegre, o maior bairro e também o mais afastado. Dede o princípio, vimos ali uma gama de possibilidades de interferir na dinâmica do local, já que apesar de ser um ponto de ônibus, a população atribuiu-lhe outros usos. Por estar ao lado de um bar, muitas das pessoas que estavam nele acabavam indo para o ponto, para conversar, beber, e ter uma vista mais ampla do lugar ao redor. Crianças brincavam ali, pendurando-se e pulando entre as toras de madeira, ou até mesmo as pessoas chegavam ali só para sentar e conversar.
Mais do que qualquer coisa, prezamos por adicionar ao lugar uma maior visibilidade, e que isso refletisse para o resto do bairro, já que os moradores queixaram-se sobre o abandono que eles sentiam que sofriam.
Depois de decidirmos o local onde faríamos, tivemos que elaborar uma performance, que mostrasse nossas impressões sobre o local, assim como as ideias mais primitivas que tivemos sobre possibilidades de intervenção.
Para a performance, priorizamos mostrar os fluxos e os diferentes usos do ponto.
E como sempre havia pessoas lá enquanto ensaiávamos, moldamos nossa performance para se adequar tanto em momentos em que o ponto estivesse vazio, quanto quando estivesse cheio.
Abaixo, o video:
Mais do que qualquer coisa, prezamos por adicionar ao lugar uma maior visibilidade, e que isso refletisse para o resto do bairro, já que os moradores queixaram-se sobre o abandono que eles sentiam que sofriam.
Depois de decidirmos o local onde faríamos, tivemos que elaborar uma performance, que mostrasse nossas impressões sobre o local, assim como as ideias mais primitivas que tivemos sobre possibilidades de intervenção.
Para a performance, priorizamos mostrar os fluxos e os diferentes usos do ponto.
E como sempre havia pessoas lá enquanto ensaiávamos, moldamos nossa performance para se adequar tanto em momentos em que o ponto estivesse vazio, quanto quando estivesse cheio.
Abaixo, o video:
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